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Palavra do Pastor

Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, Arcebispo Metropolitano de Fortaleza

28 de mar. de 2012

Fique atento....

Já está publicado o TESTEMUNHO vocacional dessa semana... E acompanhe em NOTÍCIAS E ATUALIDADES  a visita do papa a CUBA...

A IGREJA É VIVA...

À medida que servimos a Deus somos livres

O Evangelho de hoje, dentre tantas coisas, nos traz o caminho de santidade que passa pelo seguimento a Cristo, pois  esse  é, na realidade, um caminho na liberdade e na verdade.

De fato, Jesus diz: “Se permanecerdes fiéis à minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos; conhecereis a verdade e a verdade libertar-vos-á” (João 8,31-32).
Propor a santidade de vida nada mais é do que oferecer o caminho da autenticidade e da liberdade. À luz da fé, ser  santo é viver a verdade total, não limitada às realidades materiais ou apenas à vida terrena. Com efeito, o santo tem em consideração tanto os bens materiais como os espirituais; ele considera tanto a realidade terrena como a sobrenatural, contempla a própria vida não apenas na perspectiva temporal, mas também eterna. Por outras palavras, o santo vive a pureza de intenções, considerando todos os aspectos da própria existência.
O aspecto mais importante é que quem deseja a santidade abre-se para Deus, o bem supremo e fonte verdadeira. Jesus disse: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14,6). Depois da Sua Morte e Ressurreição, o Senhor prometeu que nos enviaria o Espírito Santo como “o Espírito da Verdade” (Jo 16,13).
Diante de Pilatos, Jesus disse: “Foi por isso que nasci e para isso vim ao mundo: para dar testemunho da verdade” (Jo 18,37). Seguindo radicalmente a Cristo, caminhamos na autenticidade total.
A santidade de vida e a abertura à graça nos ajudam, na realidade, a compreender mais profundamente as verdades de Deus. São Paulo  escreve: “O homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus; para ele são loucura, e não é capaz de as compreender” (1Cor 2,14). Ou ainda: “Todo aquele que peca não viu Deus nem o conheceu” (1Jo 3,6).
Não alcançamos a contemplação plena do rosto do Senhor unicamente com as nossas forças, mas deixando-nos guiar pela Sua graça. Só a experiência do silêncio e da oração oferecem o horizonte adequado, nos quais pode maturar e desenvolver-se o conhecimento mais verdadeiro, aderente e coerente ao mistério de Deus. Por este motivo, com frequência nos surpreende a compreensão perspicaz  sobre Deus que os santos demonstram, mesmo os que não fizeram muitos estudos.
No Evangelho, Jesus fala da liberdade espiritual. Na realidade, o olhar sobre todos os aspectos da nossa existência, ajuda-nos a encontrar uma justa escala de valores. Auxilia-nos, por conseguinte, a não nos tornarmos dependentes nem permanecermos escravos dos bens materiais e das nossas concupiscências, dos vícios, do pecado; mas nos estimula e nos torna capazes de desejar os valores mais importantes, indestrutíveis, perenes.
Jesus, no Evangelho de hoje, responde aos judeus de maneira clara: “Em verdade, em verdade vos digo: aquele que cometer pecado é escravo do pecado”. Vem à nossa mente tantos jovens que, hoje, são escravos da droga, do sexo, do prazer, do dinheiro, do orgulho, da preguiça, da inveja, etc. Não são livres para desejar valores maiores.
Contudo, quem de nós não experimentou – e não experimenta em maior ou menor medida – a escravidão de vários vícios e debilidades? Santo Agostinho, que depois de uma vida tão libertina teve que se esforçar bastante para encontrar esta liberdade espiritual, isto é, para partir as correntes dos seus maus hábitos e da paixão carnal, escreveu com convicção: “Ouso dizer que à  medida que servimos a Deus somos livres, enquanto que, à medida que servimos a lei do pecado, somos escravos”.
Santo Agostinho também tinha a consciência de que a liberdade espiritual não se alcança plenamente com as próprias forças, mas unicamente por meio da graça, da ajuda do Senhor. Contudo, Jesus afirma isso de maneira clara no Evangelho que ouvimos: “Por conseguinte, se o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres”.
O caminho de santidade é para a liberdade espiritual, que pode se manifestar “até em condições de constrição exterior”, como nos ensina o Papa João Paulo II, na Carta Encíclica “Redemptor Hominis”, 12.
A condição da sua autenticidade é “a exigência de uma relação honesta em relação a toda verdade  acerca do homem e do mundo”, continua Sua Santidade. Assim, voltam à nossa mente as palavras de Jesus no Evangelho de hoje: “a verdade libertar-vos-á”.
Peçamos ao Senhor que nos ajude a aceitar, seriamente, o convite à santidade nas nossas condições de vida cotidiana, que não é mais que um convite a caminhar na verdade total e na liberdade autêntica.
Padre Bantu Mendonça

24 de mar. de 2012

O fogo de Jesus tem que abrasar nossos corações. ISSO É UMA URGÊNCIA

A mensagem central de hoje – e de todo o Evangelho segundo João – é que “Deus amou tanto o mundo, que deu Seu Filho Unigênito, para que não morra todo aquele que nele crê, mas, tenha a vida eterna” (Jo 3,16).
A presença de Jesus, como Luz do mundo, divide inevitavelmente os seres humanos entre os que se decidem pela Luz e, por isso, ficam do lado da vida, e os que se decidem pelas trevas, ficando do lado da morte. A Quaresma é ocasião oportuna para reforçarmos nossa decisão pela vida, que é Cristo, e ajudarmos os que estão nas trevas a optar pela luz e abandonar a morte.
“Não vim trazer a paz, mas a divisão”. Jesus era consciente de que um efeito – ainda que não desejado – do seu trabalho fosse ser causa de divisão entre os partidários do imobilismo e os que lutam por um mundo novo. Por isso, inflamou a ira dos funcionários do Templo e de todos os que se consideravam “donos” da verdade.
O fogo da Palavra de Deus não era para funcionários lúgubres saturados de doutrinas e sedentos de poder, pois a chama de Jesus não é a das paixões políticas, mas o Espírito que tem de ser aprovado na entrega total, no batismo da doação pessoal. É um fogo que prende aqueles que abandonaram os interesses pessoais e buscam um mundo de irmãos.
Jesus ensinava as multidões em Jerusalém durante a Festa das Tendas. Muitos aderiram às Suas Palavras e aclamaram que, na verdade, Ele era um profeta que tinha surgido no meio deles. Outros, que esperavam um messias glorioso, ficaram céticos diante da origem de Jesus da Galileia, pois, segundo eles, o messias que esperavam não se saberia de onde era. No entanto, de Jesus sabiam, pois conheciam seus pais; embora soubessem, pelas Escrituras, que Ele seria descendente de Davi e que haveria de nascer em Belém.
Pelo sim ou pelo não, Ele é o Messias que deveria vir ao mundo. A hostilidade crescente dos dirigentes judeus se concretizava em ação, ao mandar prender Jesus.
Os próprios guardas reconhecem a autenticidade das Palavras do Senhor e se recusam a prendê-Lo. Os fariseus, censurando os guardas, mostram o desprezo que tinham pelo povo, considerando-o ignorante, maldito e pecador.
Um dos fariseus, Nicodemos, procura defender Jesus e é também censurado. A origem de Cristo não é a de um messias poderoso, mas o próprio Deus de Misericórdia que a todos acolhe em Seu eterno amor.
A morte e ressurreição de Jesus é o juizo do mundo, pois Ele é mais do que um  profeta. Ele é o Messias, o Deus conosco! É o Senhor presente na história da nossa vida marcada de quedas e, muitas vezes, de fracassos. Ele veio para nos reerguer e fortalecer, dando-nos uma dignidade igual à d’Ele. É urgente que o fogo trazido pelo Senhor se ateie o quanto antes em nosso coração.
Jesus veio para estabelecer a unidade universal, a união de todo o universo com o Pai, mas acaba sendo “sinal de contradição” para os olhos e para o coração de quem, para Ele, não sabe se voltar.
Volte-se para Jesus! Você e sua família estarão salvos da morte eterna.
Padre Bantu Mendonça

21 de mar. de 2012

Nosso novo bispo auxiliar, Mons. José Luiz Vasconcelos, exercia ultimamente a missão de Reitor do Seminário Interdiocesano de Caruaru, dos estudantes de filosofia e teologia. Isso tem tudo a ver com a Pastoral Vocacional. Amigo blogueiro, se você deseja conhecer mais um pouco desse ofício de nosso bispo auxiliar e sobre sua missão, escute dele o que ele pensa sobre a vida e missão no Seminário, acessando o link abaixo:

http://g1.globo.com/videos/ceara/cetv-1dicao/t/edicoes/v/papa-bento-xvi-nomeia-novo-bispo-auxiliar-para-fortaleza/1867567/

TESTEMUNHOS

Queridos amigos....


Já está postado mais um testemunho vocacional.... Vale a pena conferir !!!!!!

A IGREJA É VIVA !!!!

PRIMEIRAS PALAVRAS DE MONS. JOSÉ LUIS AO POVO DA ARQUIDIOCESE DE FORTALEZA
Exmo. Sr. Arcebispo Metropolitano de Fortaleza, Dom Jose Antônio Aparecido Tosi Marques; Excelentíssimo Sr. Bispo Auxiliar de Fortaleza Dom Rosalvo Cordeiro de Lima e Excelentíssimo Sr. Bispo Eleito para Pesqueira Dom José Luís Ferreira Sales; reverendíssimos padres e diáconos; estimados religiosos e religiosas, seminaristas, consagrados(as), missionários(as) que atuam nesta desde já tão amada Arquidiocese de Fortaleza, estimado Povo de Deus! A todos vós saúde e paz da parte de Deus nosso Pai e de Jesus nosso Redentor!
Desde a minha mais tenra juventude escutei o eco de um chamado feito por Jesus ao Apóstolo Pedro: “Pedro, tu me amas? Apascenta as minhas ovelhas!” (Jo21,17) A pergunta e a ordem dadas por Jesus sempre me inquietaram. Sentia no meu hoje, que Jesus estava a perguntar-me: José Luiz, Tu me amas? E nunca, jamais, hesitei em dar a mesma reposta de Pedro: “Senhor, tu sabes tudo, tu sabes que eu te amo!” E, por causa deste amor por Jesus, acolhi, como Pedro, a missão de apascentar suas ovelhas. Passei a amar verdadeiramente essas ovelhas porque elas são de Jesus, o maior amor de minha vida. Vejo que o rebanho é diferenciado: existem ovelhas gordas, ovelhas fiéis, ovelhas que conhecem à voz do Pastor; mas também encontro ovelhas doentes, sofridas, perdidas, e até extraviadas e rebeldes! Amo a todas, todavia! Amo a todas sem distinção. E, se tenho preferência por algumas, o meu amor preferencial é pelas mais necessitadas.
A este rebanho de Jesus decidi definitivamente consagrar minha vida. No dia 09 de dezembro deste ano faz 23 anos que esta consagração se efetuou quando fui ordenado presbítero, pastor do Povo de Deus com o lema: “Tu me amas? Apascenta as minhas ovelhas”. Fui e sou um sacerdote feliz. Por 16 anos exerci o pastoreio como Administrador Paroquial e Pároco em duas grandes Paróquias, colaborando com a pastoral da Diocese de Garanhuns. Porém, há quatro anos, o Senhor me chamou para cuidar dos seus “cordeiros”, cordeiros escolhidos, jovens seminaristas em processo de discernimento vocacional de cinco dioceses do interior de Pernambuco em Caruaru. Que missão árdua, porém, gratificante! Cuidar dos futuros pastores da Igreja! Garantir a sucessão da missão.
Finalmente, a Igreja me convoca para algo mais. O Bom Pastor assim me diz: “Tenho outras ovelhas que não são deste rebanho”, e convida-me a deixar agora estes “cordeiros” para cuidar deste novo rebanho. Qual a minha resposta? “Eis-me aqui Senhor!” Afinal são sempre tuas ovelhas e teus cordeiros, o teu rebanho. O Senhor insiste comigo: “Pasce oves meas” – “apascenta minhas ovelhas”, (Jo 21,17) será meu lema episcopal, sem esquecer que a esta ordem antecede a pergunta sempre oportuna: “Tu me amas?”.
Sinto-me agraciado em ter sido chamado por aquele que sucede ao Apóstolo São Pedro para compor o colégio dos sucessores dos Apóstolos de Nosso Senhor Jesus Cristo e de receber a plenitude deste sacerdócio que tanto amo. Sinto-me pequeno e indigno de tal missão e responsabilidade, mas creio que quando o Senhor chama, concede àquele que é chamado as graças necessárias para desempenhar esta missão.
Coloco-me a disposição do chamado de Jesus o Bom Pastor. Peço a Deus a graça de ser fiel. Fiel ao Santo Evangelho, fiel a Santa Madre Igreja, fiel ao Santo Papa o Papa, fiel aos apelos desta Arquidiocese da “Terra do Sol”, fiel à opção preferencial pelos pobres e as prioridades da Igreja no Brasil. Eis-me aqui Senhor!
Se procurarem em mim um teólogo, um perito em direito canônico, um zeloso administrador, terão que esperar um pouco, tenho muito a aprender. Se, porém, procurarem em mim um Pastor, tenho algo a oferecer.
Desde já roguem a Deus por mim, para que seja capaz de superar os meus limites humanos e servir com qualidade e fidelidade, mas, sobretudo, com muito amor, a esta Arquidiocese confiada ao Patriarca São José. Que por sua intercessão, possamos juntos, dar continuidade a uma bela história. História de fé, de esperança, de amor; enfim, de salvação.
Em breve nos veremos e na graça de Deus vamos caminhar juntos.
Fraternalmente: Pe. José Luiz Gomes de Vasconcelos.

PAPA BENTO XVI NOMEIA NOVO BISPO AUXILIAR PARA A ARQUIDIOCESE DE FORTALEZA
 
O Santo Padre, o papa Bento XVI nomeou hoje, dia 21, um novo bispo auxiliar para Arquidiocese de Fortaleza, monsenhor José Luiz Gomes de Vasconcelos. Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, arcebispo metropolitano de Fortaleza, anunciou hoje pela manhã na Residência Arquiepiscopal. Sua ordenação Episcopal será no dia da Festa de São Barnabé Apóstolo, 11 de junho, na Catedral de Garanhuns, Pernambuco.
Informações sobre Monsenhor José Gomes Vasconcelos
Origem familiar
Nasceu em Garanhuns PE, aos 12 de maio de 1963, filho primogênito de José de Vasconcelos Pontes e Marlene Gomes de Vasconcelos de uma família de seis irmãos.
Dados sacramentais
Foi batizado aos 22 de maio de 1963 na igreja matriz de Nossa Senhora da Conceição (hoje N. Senhora do Perpetuo Socorro, dos missionários redentoristas em Garanhuns). Na mesma paróquia recebeu a primeira comunhão. Em 1979, na Catedral de Garanhuns, foi crismado por Dom Tiago Postma. Aos 12 de outubro de 1987, por ocasião da festa de Nossa Senhora Aparecida, foi instituído leitor e acólito na Paróquia de São Roque, bairro CECAP em Guarulhos, por Dom João Bergese bispo diocesano daquela Diocese. Aos 19 de agosto de 1989, domingo da Assunção de Nossa Senhora foi ordenado diácono na Igreja Matriz de Águas Belas –PE e aos 09 de dezembro de 1989, foi ordenado presbítero, pela imposição das mãos de Dom Tiago Postma na Igreja matriz de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro, onde fora batizado.
Formação
Fez o curso primário no Instituto São José das irmãs da Sagrada Providência do Menino Jesus em Garanhuns – PE. Cursou o primeiro grau maior e o segundo grau no Colégio Santa Sofia das Religiosas da Instrução Cristã, ingressando no Seminário Propedêutico em Garanhuns no ano seguinte. Em 1984 foi enviado para o Seminário Regional Nordeste II e iniciou o curso de filosofia no Instituto de Teologia do Recife – ITER. No ano seguinte foi enviado por seu bispo diocesano Dom Tiago Postma para o Seminário Diocesano de Guarulhos SP. Concluiu o curso de filosofia e Teologia na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção em São Paulo em 1988. Em 2008 como aluno do Pontifício Colégio Pio Brasileiro, obteve o diploma de mestrado em Teologia Patrística e História da Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma e Atestado de Qualificação em Formação Vocacional pela Pontifícia Universidade Salesiana de Roma.
Exercício do ministério presbiteral
Três meses após sua ordenação presbiteral recebeu provisão de Administrador Paroquia da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição das Águas Belas e vigário Paroquial da Paróquia de Nossa Senhora Mãe dos Homens em Itaíba PE, exerceu seu ministério por dez anos. Dedicou especial atenção aos Índios Fulni-ô de Águas Belas. Durante este período foi membro da equipe de formação sacerdotal diocesana. Em 1999 foi eleito membro do Conselho Presbiteral e do Colégio dos Consultores da diocese. No ano 2000 foi nomeado por Dom Irineu Roque Scherer, Pároco da Paróquia do Sr. Bom Jesus dos Pobres Aflitos em São Bento do Una e em 2002, eleito Coordenador Diocesano de Pastoral, ministério que deixou em 2005 quando foi estudar em Roma. Aos 31 de julho de 2008 recebeu provisão de Formador junto ao Seminário Interdiocesano em Caruaru por Dom Fernando Guimarães e aos 11 de dezembro daquele ano recebe de Dom Bernardino Marquió, bispo de Caruaru, a provisão como Reitor do Seminário Interdiocesano Nossa Senhora das Dores. Em 2011 Foi eleito presidente Regional da OSIB NE II.

20 de mar. de 2012

Acompanhe a Pastoral Vocacional

Queridos amigos,

Esse mês foi de muito trabalho para a Pastoral Vocacional tivemos missas por toda a Arquidiocese de Fortaleza, primeiro encontro vocacional, visitas, palestras, encontros com jovens, acompanhamentos pessoais e muitas outras coisas...

Deus tem sido muito fiel quando disse que não deixaria faltar operários para a nossa messe, que é a igreja. 

Pe. Rafhael Silva Maciel, Coordenador da Pastoral Vocacional, e toda a equipe estão trabalhando intensamente para ajudar aos jovens a descobrirem o seu chamado a ouvir a voz de Deus.

Tivemos a grande graça de ter no nosso encontro vocacional mais de 60 Jovens, isso é sinal de amor e fidelidade de Deus...

Continuamos a contar com suas orações e doações...

Acompanhe algumas fotos no nosso álbum... 
Click no link ao lado e confira... Vale a Pena. ou no link https://picasaweb.google.com/114817216685539103312


 A IGREJA É VIVA 

Fique ligado - Jubileu 16