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Palavra do Pastor

Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, Arcebispo Metropolitano de Fortaleza

30 de mar. de 2015

Aos 98 anos, padre concelebra Missa diária na cadeira de rodas


A pedido do Papa Francisco, 2015 é um ano dedicada à Vida Consagrada. Por este motivo, nossa equipe conta a história de um padre que, mesmo aos 98 anos de idade, ainda concelebra Missas todos os dias.
Reportagem de Camila Morais e Ederaldo Paulini
           

Fonte: Canção Nova

29 de mar. de 2015

Jovens decidem largar faculdades e profissões para serem padres

Padre explica que há um novo perfil das vocações sacerdotais. 'Eu tinha essa vontade de ser padre desde os 5, 6 anos de idade', diz jovem.

Alan (primeiro à esquerda) junto com os outros seis seminaristas do Propedêutico no Seminário Paulo VI (Foto: Rodrigo Saviani/G1)



























Aos 29 anos, o então professor de geografia Alan Carlos de Oliveira resolveu mudar completamente de vida por causa de um desejo antigo. Ao invés de formar cidadãos, ele optou pela evangelização. Entrou em um seminário para se tornar padre. "Foi a melhor decisão que tomei", afirma.

A decisão foi tomada em 2013 quando Oliveira morava na pequena cidade de Bela Vista do Paraíso, no norte do Paraná. Foi acompanhado por padres durante um ano, no período chamado de “discernimento”, e agora aos 30 anos, está no segundo ano do Propedêutico do Seminário Arquidiocesano Paulo VI em Londrina.

Alan conta que o desejo de ser padre despertou aos 11 anos, quando era coroinha. Mas, acabou deixando essa vontade de lado para se tornar professor.

“Fui aprovado em Física, fiz um ano e desisti. Depois resolvi fazer Geografia. O mais engraçado é que mesmo na faculdade o pessoal me chamava de ‘seminarista’, porque eu usava um crucifixo, camisas com frases religiosas e sempre carregava um rosário”, lembra.

Após se formar, Oliveira atuou por sete anos em colégios estaduais e particulares. Chegou até a fazer parte do Conselho Tutelar de Bela Vista do Paraíso. Contudo, quando completou 27 anos, o fim de um namoro de um ano e meio deu um novo rumo para a história de Allan. 

“Logo que terminei o namoro, a minha mãe lembrou a minha vontade de ser padre. Essa conversa despertou novamente em mim essa vocação. Aí conversei com o padre da paróquia que eu participava, fiz os encontros vocacionais e comecei o caminho de discernimento”, diz Alan.

Em 2014, veio a mudança para Londrina, primeiro para o Seminário Menor, e em 2015 foi ao Seminário Paulo VI. “A vocação sacerdotal te leva a abrir mão de muita coisa por um bem maior. E eu posso dizer que me sinto completo aqui, vivendo minha vocação”, argumenta.

Seminaristas adultos

Alan é o mais velho dos sete seminaristas do Propedêutico do Seminário Paulo VI em Londrina, que atende jovens entre 17 e 24 anos. Para o reitor do Propedêutico, padre Edivan Pedro dos Santos, ele representa um novo perfil das vocações sacerdotais.

“Quem entra no seminário na fase adulta da vida já sabe o que quer, com maior convicção da vocação. Geralmente esses jovens entram depois um esvaziamento, seja humano, afetivo ou espiritual, e também após vivenciar uma realidade profissional e ter uma graduação. É nesse momento que esses rapazes têm uma grande experiência com Deus. Muitas vezes essa vocação nasceu na adolescência, na juventude, porém foi abafada por outros desejos. Por tudo isso, a escolha dele se torna mais firme, com raízes mais profundas”, analisa o padre.

O próprio padre lembra que decidiu entrar no seminário já aos 24 anos. "Isso mostra que não há tempo certo. A vocação, quando despertada, permanecerá ali, inquietando, até que essa resposta seja dada", afirma.

Vocação

Em cada história ouvida dos seminaristas, a demonstração do amor pela Igreja e por Jesus Cristo é evidente. Amor este que é determinante para eles escolherem a vocação sacerdotal.

Boa parte dos que estão no Propedêutico contam que a vocação foi descoberta muito cedo, entre a infância e a adolescência. Todos ali entraram no seminário entre 2014 e 2015. Alguns não chegaram nem a pensar em fazer outra coisa a não ser se tornar padre.

“Eu lembro que tinha essa vontade de ser padre desde os cinco, seis anos de idade, quando via o padre no altar. Quando era pequeno, queria mesmo era ser Papa. Hoje, quero ser padre mesmo”, se diverte ao lembrar Wesley Ignacio, de 17 anos.

Já para outros, a vocação surgiu na vivência dentro da Igreja. Apesar de trabalhar em outras áreas ou até buscar uma profissão, decidiram largar tudo por um ideal maior. “Eu já atuei como técnico em radiologia, cheguei a iniciar o curso de Fisioterapia, mas deixei tudo isso pela vocação”, diz Luiz Locatelli Flório Neto, de 19 anos.

Alguns deles querem associar a vocação sacerdotal com a profissão desejada. O próprio Wesley Ignacio demonstra o interesse em trabalhar na área de comunicação dentro da igreja. "Pode ser na edição de programas, apresentação, trabalhar com rádio, TV. Quero trabalhar com isso, mas o sacerdócio vem em primeiro lugar. Se eu conseguir somar ambos, melhor ainda", comenta.

Celibato

Os seminaristas contam também que passaram pela experiência do namoro antes de decidir pela vocação sacerdotal. Em um dos casos, o fim do relacionamento foi causado justamente por essa decisão.

“Eu namorava fazia quatro meses com uma garota que conheci em um encontro na Canção Nova [comunidade católica localizada no interior de São Paulo]. Porém, a vocação me inquietava. Um dia decidi e contei para ela minha decisão”, conta Diego Jorge Santos, de 24 anos.

Quando questionados sobre o celibato, eles destacam que essa não é a única e nem a maior das dificuldades vivenciadas. “Há muitas outras renúncias que são mais difíceis de viver. Aqui aprendemos a viver a imagem do Jesus humano. E isso nos faz viver nossa humanidade por completo, tendo equilíbrio em cada uma das áreas, seja afetiva, social, intelectual. E Deus nos capacita para isso”, destaca Diego Santos. 

Apesar de sentirem falta da família e de amigos, nenhum deles mostra dúvida ou arrependimento pela escolha. Ao contrário, falam com firmeza e alegria sobre a vocação. “Nós sabemos que a messe é grande, mas poucos são os operários. Nós fomos escolhidos, e temos certeza que é Deus quem nos capacita para isso”, diz Emanuel Pereira Rosa, de 17 anos.

Seminário Paulo VI, em Londrina, tem atualmente 16 seminaristas (Foto: Rodrigo Saviani/G1)
Rotina

Os seminaristas têm uma agenda cheia durante a semana. No caso dos que estão no Propedêutico, o dia começa às 6h30, com a primeira oração do dia. Depois do café da manhã, têm aulas praticamente todos os dias sobre vários temas, como formação humana, temas de espiritualidade e da igreja, música, comunicação e filosofia.

Após o almoço, as atividades são variadas, entre aulas, limpeza da casa, além da prática de esportes. Uma vez por semana os seminaristas vão até a Casa de Custódia de Londrina, onde auxiliam a Pastoral Carcerária no trabalho de evangelização.

Os seminaristas também têm um dia de folga durante a semana. “Podemos sair, ir ao cinema, ao Igapó, visitar algum lugar, conhecer algo”, conta Gabriel Vital. Porém, precisam chegar até as 22h. "Quem atrasa, precisa conversar com o reitor", acrescenta.

Em alguns dias, o grupo sai junto para fazer uma atividade, geralmente acompanhada do reitor. Além disso, eles têm dois períodos de férias: um no meio do ano e outro no final do ano. Possibilidade de rever a família, os amigos, e voltar a viver no convívio de suas comunidades. Os familiares podem ser visitados também em algumas datas específicas, com na Páscoa, por exemplo.

Dimensão da vocação

Ao todo, a arquidiocese da cidade tem 27 seminaristas, divididos em quatro etapas. Destes, 16 estão no Seminário Paulo VI, sendo os sete do propedêutico e outros nove da Teologia. Além disso, são cinco seminaristas no Seminário Menor, também em Londrina, e outros seis cursando Filosofia em Maringá, também no norte do estado.

Dentro do seminário, os vocacionados passam por acompanhamento psicológico individual e em grupo, trabalho de teologia espiritual e também de orientação individual, além da observação do próprio reitor. “Cada caso é diferente. Nós temos que saber observar e orientar cada um deles”, diz o padre Edivan Santos.

Fonte: G1/Fotos: G1






27 de mar. de 2015

SEMANA SANTA na Catedral Metropolitana de Fortaleza



A Catedral Metropolitana de Fortaleza – Paróquia São José está com a seguinte programação para Semana Santa:
Dia 29 de março – Domingo de Ramos
Às 7h30min, Bênção e Procissão (saída da Igreja de Cristo Rei) presidida por Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, arcebispo de Fortaleza.
Às 8h30min, na Catedral Metropolitana, Missa Solene presidida por Dom José Antonio, arcebispo de Fortaleza.
Durante este dia também acontecerá missas nos seguintes horários: às 10h, 12h, 18h30min e 20h.
Dia 02 de abril – Quinta-feira
Às 8h, Missa da Unidade (Santos Óleos) presidida por Dom José Antonio, arcebispo de Fortaleza e concelebrada por todo o clero.
Às 18h30min, Missa da Ceia do Senhor (Lava-pés), presidida por Dom José Antonio, arcebispo de Fortaleza.
Dia 03 de abril – Sexta-feira
Às 9h, Celebração das Horas com Dom José Antonio, arcebispo de Fortaleza.
Às 15h, Celebração da Paixão e Morte do Senhor, seguida de procissão do Senhor Morto com Dom José Antonio, arcebispo de Fortaleza.
Dia 04 de abril – Sábado
Às 9h, Celebração das Horas com Dom José Antonio, arcebispo de Fortaleza.
Às 20h, Solene Vigília Pascal.
Dia 05 de abril – Domingo da Ressurreição
Missas às 10h e 12h.
Às 18h30min, Missa Solene da Ressurreição, presidida por Dom José Antonio, arcebispo de Fortaleza, seguido de procissão do Senhor Ressuscitado.
Confissões na Catedral Metropolitana de Fortaleza serão:
Dia 31 de março e 01 de abril – Terça e Quarta
Pela Manhã, das 10h às 11h30min, e às 12h, missa.
À tarde, das 15h às 16h30min.
Dia 03 de abril – Sexta
Pela Manhã, das 8h às 11h30min.
À tarde, das 14h às 18h.
Dia 04 de abril – Sábado
Pela Manhã, das 9h às 12h.
À tarde, das 17h às 20h.
Dia 05 de abril – Domingo
Pela Manhã, das 9h às 12h.
Informações pelo telefone (85) 3231. 4196 na Secretaria da Catedral.
Fonte: Arquidiocese de Fortaleza

Quatro anos de episcopado de dom Rosalvo Cordeiro de Lima



A Arquidiocese de Fortaleza celebrou no dia 25 de março, o quarto aniversário de episcopado de dom Rosalvo Cordeiro de Lima, bispo auxiliar da arquidiocese de Fortaleza. Dom Rosalvo foi ordenado bispo no dia 25 de março de 2011 em Mogi das Cruzes, SP.
Dom Rosalvo, a Arquidiocese de Fortaleza deseja alegrias hoje e sempre na sua missão em nossa Arquidiocese. Ao mesmo tempo agradeçamos a Deus por sua presença entre nós.
Dom Rosalvo é um dos grandes entusiastas com a promoção das vocações. 
Oremos: Ó Deus que velais sobre o vosso povo com bondade e o conduzis com amor, dai o espírito de sabedoria e a abundância de vossas graças a vosso servo Dom Rosalvo Cordeiro de Lima, a quem confiastes o cuidado de nossa direção espiritual, para que ele cumpra fielmente junto de nós os deveres do ministério sacerdotal, e que receba na eternidade a recompensa de um fiel dispensador. Por Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.

24 de mar. de 2015

Dom josé Antonio completa 16 anos à frente da Arquidiocese de Fortaleza



A Arquidiocese de Fortaleza está em festa nesta terça-feira, dia 24, pelos 16 anos de pastoreio de seu arcebispo Dom José Antonio Aparecido T. Marques.
O arcebispo é incansável nas visitas pastorais às mais diversas regiões, paróquias e áreas pastorais que compõem os limites arquidiocesanos. Acumula nestes anos de missão visita a todas as nove  Regiões Episcopais.
Outra característica  de Dom José é o zelo pelas vocações . É presença constante nos três seminários mantidos pela Arquidiocese de Fortaleza (Propedêutico , Filosofia e Teologia ) além de não poupar tempo e recursos para ampliar a estrutura a fim de acolher mais aspirantes ao sacerdócio . Nestes anos como arcebispo já ordenou mais de 110 padres.
Diversas paróquias e expressões eclesiais lembram a data colocando como intenção da missa deste dia o natalício do arcebispo . Os seminaristas do Propedêutico celebrarão a data junto com a Comunidade do Henrique Jorge em celebração eucarística presidida pelo padre-reitor Rafhael Maciel, às 19h, na Paróquia do Imaculado Coração de Maria.
Mais sobre Dom José Antonio
Nasceu em Jaú, SP., na Diocese de São Carlos no Brasil, aos 13 de maio de 1948, filho de Antonio Marques de Toledo e de Arminda Tosi Marques, ambos já falecidos. O primeiro dentre cinco filhos e uma filha. Em 1953 a família se transferiu para Barra Bonita, SP.
Nomeado Arcebispo Metropolitano de Fortaleza pelo Papa João Paulo II, no dia 13 de janeiro de 1999 e Tomada de Posse na Arquidiocese de Fortaleza no dia 24 de março de 1999.
Presidente do Regional Nordeste 1 da CNBB; Ceará, para o atual mandato de 2007 – 2011.

16º ano de Episcopado de Dom José Antonio na Arquidiocese de Fortaleza



"Onde aparece o bispo, aí está a multidão, do mesmo modo que onde está Jesus Cristo, aí está a Igreja Católica." (Inácio de Antioquia aos Esmirniotas) É o mais antigo exemplo do emprego da expressão Igreja Católica, no sentido de universal, oposta à igreja particular. ¹

O ministério de Dom José Antonio é dom de Deus para nós da Arquidiocese de Fortaleza, é também para o Seminário Propedêutico assim como é para os demais seminários da mesma. Neste dia que se completa o 16° ano do seu Episcopado na Arquidiocese queremos agradecer pelo seu sim a Deus, pela sua vida doada em função da evangelização dos fiéis e salvação das almas. 

Dom José Antonio, nasceu em Jaú, SP., na Diocese de São Carlos no Brasil, aos 13 de maio de 1948, filho de Antonio Marques de Toledo e de Arminda Tosi Marques, ambos já falecidos. O primeiro dentre cinco filhos e uma filha. Em 1953 a família se transferiu para Barra Bonita, SP.

Foi nomeado Arcebispo Metropolitano de Fortaleza pelo Papa João Paulo II, no dia 13 de janeiro de 1999 e Tomada de Posse na Arquidiocese de Fortaleza no dia 24 de março de 1999.

Dom José traz no peito o lema: ”FIAT VOLUNTAS TUA - Venha o teu reino, SEJA FEITA A TUA VONTADE assim na terra, como no céu." ( Mt. 6, 10 ). 

Vivemos um dia de alegria e oração pela vida e ministério de Dom José, reze uma Ave-Maria pelo nosso Arcebispo; pedindo a Deus muita força para guiar o rebanho que Cristo o confiou, ao rezar pela vida dele, reze também pedindo a Deus novas vocações sacerdotais; que os jovens possam se sentir chamado ao ministério sacerdotal.  

Por Pastoral Vocacional de Fortaleza

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¹Coleção Patrística, 1; Inácio de Antioquia aos Esmirniotas.  

22 de mar. de 2015

“Eu nasci para ser padre”, testemunha sacerdote em Encontro Vocacional

Padre Vicente Oliveira celebra neste domingo, dia 22, três meses de ordenação sacerdotal. A data foi lembrada durante missa que presidiu para rapazes do primeiro Encontro Vocacional da Arquidiocese de Fortaleza. “Eu nasci para ser padre”, testemunhou o sacerdote que é Vice-Reitor do Seminário Propedêutico e Juiz Auditor do Tribunal Eclesiástico.


“No mundo em que vivemos com desafios dos mais variados vendo a vocês comprovamos que Deus continua a chamar jovens para o sacerdócio e isto é motivo de alegria para nós”, disse o padre motivando os vocacionados a um ano de forte e santo discernimento da vontade de Deus.

Na homilia o sacerdote foi enfático ao ensinar que a vida do sacerdote deve ser completa de doação. “É como o grão de trigo que cai na terra e precisa morrer; o padre que não morre para si não tem um ministério frutífero”, sentenciou.

Legitimar a pregação com o  testemunho de vida e encontrar alegria por meio do serviço a Deus e aos irmãos foi apresentado pelo jovem padre como meios  favoráveis para o  discernimento  vocacional.

Vanderlúcio, seminarista da Arquidiocese de Fortaleza

Encontro Vocacional reúne jovens de 35 paróquias diferentes

O primeiro Encontro Vocacional da Arquidiocese de Fortaleza reúne jovens de 35 paróquias diferentes no Seminário Propedêutico, no Henrique Jorge, durante este final de semana.“Consideramos que este número é uma resposta ao esforço dos trabalhos da Pastoral Vocacional que acontece durante todo o ano. Por sua vez, os párocos das diversas Regiões Episcopais colaboram na promoção de novas vocações”, comenta padre Rafhael Maciel, responsável pela Pastoral Vocacional.


Os participantes têm uma média de idade de 21 anos, sendo 41% dos jovens entre 17 e 19 anos. Confirma-se o novo perfil de aspirantes ao sacerdócio, rapazes cursando o ensino superior. Nesta turma, por exemplo, dos 64 inscritos, 18 estão dentro deste quadro.

Somando os participantes deste final de semana aos inscritos  no encontro vocacional para adolescentes, uma novidade lançada neste ano do Jubileu Centenário da Arquidiocese, o número chega a 91 aspirantes ao sacerdócio. “A adesão destes jovens nos deixa muito feliz e confirma que estamos no caminho certo”, diz padre Rafhael que é também Reitor de uma turma de 24 seminaristas.

O encontro se entende até o domingo, ao meio dia e a programação consta de adoração ao Santíssimo Sacramento, Celebração Eucarística, testemunhos vocacionais e formação. Durante o ano os jovens participarão de encontros mensais e acompanhamento personalizado feito por padres e seminaristas da equipe vocacional. “Este é um diferencial do acompanhamento vocacional que muito tem ajudado os jovens neste importante processo de discernimento”, arremata o Reitor.

Vanderlúcio, seminarista da Arquidiocese de Fortaleza

Fique ligado - Jubileu 16